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domingo, 14 de agosto de 2011

Magia Elemental

Magia Elemental é o Sistema de Magia que se utiliza dos elementos como símbolos para a prática de rituais. Historicamente, o sistema ocidental de classificação dos elementos tem suas raízes na Grécia antiga, na tentativa de explicar o cosmo e o ser humano. Assim, o estudante pode tanto buscar a Magia Elemental para compreender o mundo ao seu redor quanto para de maneira subjetiva, entender a si mesmo.
Assim, aos elementos foram atribuídas algumas características principais:
O Fogo é quente e seco
A Água fria e úmida
O Ar quente e úmido
A Terra fria e seca
O Pentagrama e os Elementos
Note-se que, dependendo da visão utilizada, os elementos podem ser apenas símbolos para um ritual como objetos que possuem o mesmo tipo de energia do que aquela que se busca durante determinado ritual.
Externamente, pode-se associar os sólidos à Terra, os líquidos à Água, os gases ao Ar e o Plasma ao Fogo.
Por fim, por influência Aristotélica, foi concebido um quinto elemento, o Espírito ou Éter, que seria uma espécie de coordenador dos outros quatro elementos.
Os elementos normalmente são representados pelas cores Vermelho para o Fogo, Azul para Água, Amarelo para o Ar, Verde para Terra e Preto para o Espírito.
Pode-se traçar um paralelo entre as concepções clássicas dos elementos e a Teoria dos Tipos Psicológicos de (Carl Gustav) Jung , mais especificamente quanto às Funções Psicológicas. Este estudioso dividiu em quatro funções fundamentais: Pensamento, Sentimento, Sensação e Intuição.
Possibilita-se assim uma visão subjetiva e interna da ação de quatro dos elementos sendo que as duas primeiras, Pensamento e Sentimento, seriam, para Jung, maneiras de tomar decisões, enquanto as duas últimas, Sensação e Intuição, seriam formas de apreender informações. E quando os elementos/funções estivessem em equilíbrio teriam as seguintes características.
O Elemento Ar pode ser comparado à Função Pensamento, caracterizado pela capacidade de tomar decisões objetivas, lógicas e coerentes. Assim, o predomínio deste elemento/função tende a levar o indivíduo à uma preferência por escolhas racionais, planejadas e eficazes.
O Elemento Água pode ser comparado à Função Sentimento, caracterizando subjetivamente um indivíduo que tem a preferência por sentimentos fortes, mesmo que tristes. A predominância deste elemento no indivíduo faz com que ele tenda a levar em conta valores ao tomar decisões.
O Elemento Terra pode ser comparado à Função Sensação, que seja a observação do concreto, do detalhe, do sólido. A experiência concreta, obtida por meio dos sentidos sempre prevalecerá. Subjetivamente este elemento faz com que a pessoa esteja sempre no presente, no agora, no momento atual, pronta para tomar decisões imediatas.
O Elemento Fogo pode ser comparado à Função Intuição, possuindo como característica a abstração, é uma forma de apreender informações que leva em conta o passado, o futuro e as implicações das escolhas. Trata-se de uma análise do efêmero permeada por processos inconscientes. Leva-se mais em conta a valoração dos objetos do que o objeto em si, relacionando-a com experiências passas ou informações inconscientes.
Existe ainda a relação que pode ser feita entre os elementos e os quatro elementos e o Tarô, primeiramente quanto aos naipes: Bastões [ou Paus], Copas [Corações ou Taças], Espadas e Discos [ou Pantáculos ou Ouros]. O Bastão é relacionado com o Elemento Fogo. Copas é relacionado com o Elemento Água. Espadas é relacionado com o Elemento Ar. Discos é relacionado com o Elemento Terra.
Outra relação possível entre os quatro elementos e o tarô é quanto às cartas da corte: Rei, Rainha, Príncipe e Princesa. O Rei representa o Fogo. A Rainha Representa a Água. O Príncipe representa o Ar. A Princesa representa a Terra.
Assim, pode-se perceber que poderá haver no Tarô uma mescla entre os elementos, podendo se falar que um Rei de Espadas é a manifestação ígnea do Ar ou uma Rainha de Discos é a manifestação aquática da Terra, etc.
Astrologicamente, os quatro elementos são distribuídos da seguinte maneira pelos Signos. O Fogo é o elemento dos signos de Áries, Leão e Sagitário. A Água e o elemento dos signos Câncer, Escorpião e Peixes. O Ar é o elemento dos signos Gêmeos, Libra e Aquário. A Terra é o elemento dos signos Touro, Virgem e Capricórnio.
Na classificação cabalista relacionam-se os quatro elementos com letras do alfabeto hebraico, primeiramente com as três letras mães onde o Fogo é ש [Shin ou Sin], a Água é מ [Mem, quando é grifado no final da palavra: ם] e o Ar é א [Aleph ou Alef]. O elemento Terra corresponde a última letra do alfabeto, que seja, o ת [Tau ou Tav]. Fogo, Água e Ar seriam elementos estritamente espirituais, que se manifestariam de maneira sensível quando cristalizados no quarto elemento, a Terra.
Utilizando ainda os elementos para dividir Árvore da Vida [ou Otz Chiim] da seguinte maneira: ao Fogo atribui-se a Sephira de Kether, o número 1, à Água corresponderiam as Sephiroth [plural de Sephira] de Chokmah e Binah, os números 2 e 3, ao Ar corresponderiam as Sephiroth de Chesed, Geburah, Tiphareth, Chesed, Hod e Yesod, numeradas respectivamente por 9,8,7,6,5,4,3 e 2, por fim, a Terra seria correspondente a Sephira de Malkuth, 10.
Se utilizarmos a árvore da vida no Arranjo anterior para analisar o homem, o Fogo corresponderia à sua essência espiritual [Jechidah] , a Água representaria seus aspectos criativos e transmissivos [Chiah e Neschamah], o Ar representaria suas qualidades mentais e morais [Ruach], enquanto a Terra representaria seu veículo físico [Nephesch].
Os quatro elementos também podem ser atribuídos a quatro Arcanjos, o Fogo seria o elemento de Micael, a Água de Gabriel, o Ar de Rafael e a Terra de Auriel [ou uriel].
A correspondência feita com as Armas mágicas seria a de relacionar o Fogo à baqueta, a Água à Taça, o Ar à Espada e a Terra ao Pentáculo, sendo que o magista representaria o quinto elemento, o Espírito.
Pode passar desapercebido ao leigo, mas em todas a culturas encontra-se a caracterização dos elementos através de mitos e lendas, nos sistemas mágicos podemos encontrar alguns seres que, conforme o entendimento do magista, podem de fato existir ou ter uma consideração meramente simbólica. Geralmente atribuí-se ao Fogo as Salamandras, à Água as Ondinas, ao Ar os Silfos e à Terra os Gnomos.
Porém, deve ser observada a influência da magia elemental em todas as culturas, por exemplo, no Brasil, têm-se no meio de lenda os Saci-Pererê, como uma representação dos Gnomos, o Boitatá como uma representação equivalente às Salamandras, a Iara ou a Alamoa como uma representação equivalente às Ondinas e os Silfos normalmente são representados por lendas envolvendo aves como a do Uirapuru e do Biguá. O mesmo ocorre em outros povos, como o mito do Thunderbird nos EUA, para os Silfos ou os Duendes na Irlanda para os Gnomos.

Cientologia

1ª parte do filme A Reconquista

John Travolta, Kirstie Alley, Lisa Marie Presley, Tom Cruise. O que esses astros de Hollywood têm em comum? A religião. São todos seguidores da Cientologia, uma "igreja" que prega a força do pensamento, a reencarnação e um futuro onde seus fiéis dominarão a Terra. O fanatismo dentro da seita é tanto que há especulações de que ela tenha sido o pivô da separação, após 10 anos de casamento, de Tom Cruise e Nicole Kidman, que estaria cansada da devoção do marido. Fundada na década de 50 pelo escritor de ficção norte americano Lafayette Ronald Hubbard, a Cientologia tem espalhado seus ensinamentos e conquistado cada vez mais adeptos. Os líderes da seita afirmam que já são mais de 5 milhões de seguidores; críticos da organização garantem que esse número não passa de 150 mil. Mesmo assim, é uma das chamadas novas seitas, e tem manipulado homens e mulheres do mundo inteiro, provocando polêmica por suas práticas. Em 2000, um dos livros do criador da religião que reproduz parte de suas teorias virou filme de cinema: A Reconquista (título em português), estrelado por John Travolta, cientologista fervoroso desde seus 21 anos.

O que é
A Cientologia prega que é possível despertar no homem uma consciência imortal e poderes semelhantes aos de deuses da mitologia grega. De acordo com sua filosofia, o ser humano é feito de três partes:
1. Thetan: espírito puro, onisciente e imortal, que sempre existiu (foram os Thetans que criaram o mundo; hoje, impuros, precisam reencarnar). O homem deve tentar atingir o estado máximo desse espírito, onde passa a agir fora de seu corpo, adquirindo poderes mentais que o fazem voar e controlar situações, além de torná-lo menos propenso a acidentes e doenças; no estado total de Thetan, é um super-homem. Com a morte do indivíduo, o espírito vai para um lugar de descanso à espera de um outro corpo;
2. Corpo: é apenas um componente, e indesejável, do ser humano;
3. Mente: é o meio de comunicação do Thetan com o ambiente.

Como funciona
Um adepto da Cientologia, que não tem símbolos, cultos ou orações, pode freqüentar outras religiões, embora seus preceitos sejam totalmente divergentes de quase todas elas. Na seita, ele vai buscar a limpeza da alma e da mente, onde os cientologistas acreditam ficar armazenados todos os acontecimentos ruins do passado (esses bloqueios e traumas, uma vez expulsos do homem, garantem a felicidade e uma vida melhor e mais saudável). Para alcançar esse objetivo, é preciso muito treino e dinheiro. A igreja realiza as chamadas "audições", uma espécie de ritual de purificação através de técnicas semelhantes à psicanálise. Além disso, vende inúmeros livros com técnicas para melhorar o desempenho na vida pessoal e na profissão, e promove cursos onde cada fiel paga de U$100 a U$600 dólares, conforme informou a revista Isto É em reportagem na edição desta semana. No Brasil, os cursos custam, segundo seus líderes, cerca de 90 reais por pessoa. Os custos, aliás, sempre provocaram críticas à Cientologia. Em 1996, o jornal Diferencial, de Portugal, divulgou que críticos acusam a seita de ter como principal objetivo o enriquecimento, inclusive citando que Hubbard chegou a declarar que "a melhor forma de ganhar dinheiro é fundar uma religião". Mesmo assim, a igreja é considerada sem fins lucrativos, e seus seguidores dizem que todo o dinheiro é utilizado para manter obras sociais.

Práticas curiosas
Alguns ensinamentos da Cientologia que despertam curiosidade:
- Não tomar analgésicos, eles podem inibir as habilidades do Thetan;
- Não realizar o parto em hospitais e nem com gritos, o barulho pode traumatizar a criança (de acordo com a Isto É, a esposa de Travolta, a também atriz Kelly Preston, fez o parto de seu filho Jett em casa e em absoluto silêncio);
- Enganar, processar e destruir os inimigos. Não estar nunca na defesa, e sim, no ataque (o que faz seus fiéis moverem infinitos processos judiciais e perseguirem os críticos à religião, além de aprovarem abusos e crimes contra aqueles que representam uma ameaça à devoção da igreja);
- Nunca negar um pedido de doação financeira à instituição.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Leis Herméticas

As 7 leis cósmicas de Hermes Trismegistos

Toda filosofia é baseada nas sete Leis Cósmicas. Hermes Trismegistos, uma antigo grego, uma vez escreveu as leis em um Tábua de Esmeraldas para que os homens as conhecessem e seguissem. Essa tábuas nunca foram encontradas até hoje. As leis são válidas em todos os planos de existência. São eternas e não podem ser mudadas.

Lei do Mentalismo: O universo é mental. Nãs existimos na mente do todo. Aquela parte de nós que é divina faz o mundo e tudo que há nele.
"O todo é a mente; O universo é mental"

Lei da Correspondência: Nós existimos em todos os planos, tanto astral quanto físico. Especialmente planos idependentes do físico.
"Assim como é em cima, é embaixo. Como é embaixo, assim é em cima."

Lei da Vibração: Tudo está em movimento e vibra no seu próprio rítmo.
"Nada para; Tudo se move; Tuda vibra"

Lei da Polaridade: Todas as coisas são duais, tudo contém o seu oposto.
"Tudo é dual; Tudo tem seu par oposto; Gostar e não gostar são a mesma coisa; Os opostos são idênticos por natureza, mas diferentes em níveis; Os extremos se encontram"

Lei do Ritmo: Todas as coisas são de alguma forma circulares, espirais, cíclicas, e com o objetivo de funcionar da melhor maneira, você deve se adaptar a viver em harmonia com os ritmos naturais.
"Tudo flui; Tudo sobe e desce; O balanço do pêndulo manifesta-se em todas as coisas. A forma como se balança para a direita, é a forma como se balança para a esquerda"

Lei do Gênero: A lei da polaridade aplicada. Tudo possui componentes e energias do masculino e do feminino e manifesta-se em todos os planos.
"O gênero está em tudo; Tudo tem um princípio masculino e feminino"

Lei de Causa e Efeito: Não existe coicidências, nada acontece por acaso. Tudo é cíclico. Para cada efeito, há uma causa, e toda causa gera um efeito em algo ou alguém.
"Toda causa tem seu efeito; Todo efeito tem sua causa; Tudo acontece de acordo com a lei"

Altar


Cada bruxa/mago monta seu altar da forma que seu coração pede. O ideal é que ele torne-se o seu "laboratório", o lugar onde você vai sentir-se a vontade para fazer os seus pedidos, realizar os seus feitiços e agradecer ao universo. Os itens abaixo são apenas algumas dicas para pessoas que não sabem por onde começar.

Localização: Pode ser montado sobre um aparador, mesa, comoda, prateleira, ou seja, qualquer lugar que você goste, sinta-se bem, e possa ficar por algum tempo meditando. O único local não indicado para montar um altar é o banheiro, pois é no banheiro que eliminamos todas as energias negativas, por tanto, não é um bom lugar para fazer encantamentos.

Composição: Você pode colocar em seu altar representantes dos 4 elementos, velas, incensários, pedras, ou mesmo imagens dos respectivos elementais, sereias, gnomos entre outros. Tudo que você ache que tenha uma energia positiva você pode colocar no seu altar. Também é muito bom colocar algum item da cor da lua atual para que você possa puxar para o seu altar mais essa energia! Pode ser uma vela da cor vermelha na lua cheia ou pano roxo na lua minguante por exemplo.

Limpeza: É muito importante que você limpe cada novo item para o seu altar antes de coloca-lo junto aos outros. Cada um dos instrumentos já possuem a tua energia, e um novo item vem com energias desconhecidas. Por exemplo, você vai a uma loja e adquire algumas pedras com a intensão de coloca-las no seu altar. Estas pedras estão expostas, e acredite, muitas, mas muitas pessoas já tocaram-nas antes que você resolvesse compra-las. As pedras agora guardam um pouquinho da energia de cada uma dessas pessoas. Por tanto, livrar-se destas energias é essencial, para qualquer tipo de instrumento. É importante também que você tenha o devido cuidado com o seu altar. Mante-lo limpo, tanto fisicamente quando energéticamente é muito importante! Deixa-lo de lado, bagunçado e sujo é uma grande falta de respeito com a egrégora que se formou ali.

Consagração: A montagem do altar é um ritual. Limpe-se, prepare-se. Abra um círculo no local que você deseja monta-lo. Limpe cada um dos instrumentos e carregue-os com a sua própria energia. Este será seu local de trabalho, de meditação e energização.

Trate-o com carinho, este é o seu cantinho, use a sua imaginação!


http://www.bruxarianatural.com.br/BN/Index.php?$Assunto=Bruxaria&$Tema=Altar

Magia Natural

A magia natural é direta e objetiva. Apesar de tudo o que possa ter ouvido, a magia não é algo sobrenatural, não natural ou mesmo alienígena. Ela está em nossos próprios quintais, em nossas casas; na própria essência de nossos seres. As forças da Natureza dão poderes à magia – e não aos demônios, "Satã" ou anjos caídos.

Um dos maiores mistérios da magia é que não há mistérios. Pelo contrário, eles estão constantemente se revelando ao nosso redor. O estudo de um simples botão de rosa, de uma folha de grama ou do sopro do vento por meio das folhas de uma árvore revelará tanto quanto, senão mais, sobre a verdadeira natureza da magia do que uma centena de empoeirados tomos renascentistas.

A Natureza é o universo em si. Não apenas seus poderes, mas também suas manifestações. Algumas dessas manifestações, como os espelhos, são artificialmente produzidas, mas estão ligadas e conectadas aos poderes da Natureza por intermédio de seu simbolismo.

Em nossa era cada vez mais automatizada, muitas pessoas se encontram isoladas do planeta que sustenta e mantém nossas próprias vidas. A verdadeira dependência que temos da Terra está esquecida. Muitos estão rompendo suas conexões com a Terra. Como resultado, este é um período de grande agitação, tanto nos planos individuais como no global.

A magia da Terra pode ajudar a descobrir, trabalhar e resolver muitas das pequenas crises e problemas que nos afligem atualmente enquanto indivíduos. Certamente não é uma solução simples para os problemas do mundo, mas pode trazer ordem a nossas vidas, e isso já é um bom começo.

Segundo o pensamento da magia, o corpo humano é o "microcosmo" (pequena representação) da Terra, que seria o "macrocosmo". A Terra é também o microcosmo do Universo. Em outras palavras, somos representações da essência do planeta e, por conseqüência, do Universo. Assim sendo, ao mudarmos a nós mesmos, mudamos a Terra e o Universo.

A magia é útil quando traz tais mudanças a nossas vidas e, dessa forma, à própria Terra, e tais mudanças devem ser positivas.

O objetivo de toda magia, trilhas ocultas e religiões místicas é a perfeição do ser. Embora isto possa não ser obtido em uma vida, é perfeitamente possível que melhoremos a nós mesmos. Este ato singular já faz com que a Terra se torne muito mais saudável.

Se praticar qualquer magia, seja ao desenhar um coração na areia, contemplar um espelho para antever o futuro, seja para atar um nó para auxiliar um amigo com problemas, tenha em mente os mais elevados aspectos de seus trabalhos. Você está melhorando o mundo e ajudando a curá-lo das terríveis mazelas que sofreu por nossas mãos.

É isso que torna o praticante da magia natural verdadeiramente divino.

Fonte: 'Magia Natural: Rituais e Encantamentos da Tradição', de Scott Cunningham

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

MULHER DE BRANCO ( Lenda Urbana )

MULHER DE BRANCO
A Mulher da meia-noite é um fantasma do folclore mundial. Seu mito possui diversas variantes em várias partes do mundo, mas é na América do Sul que encontram relatos mais variados.
Versões

·         A versão que parece ser a mais antiga e bem documentada é uma novela escrita por Wilkie Collins em 1859, chamada The Woman in white publicada como folhetim entre 1859-1860 pela revista All the year round, na Inglaterra, e pelo Harper's Bazar, nos Estados Unidos, e pela primeira vez em livro em 1860, é considerada a primeira novela de mistério e fez muito sucesso.

·         No Brasil, a Mulher da meia-noite também recebe os nomes de Bela da Noite, Mulher de branco (ou de outras cores, tais como vermelho, preto, de acordo com as vestes com as quais se apresenta).

·         Na Venezuela, é chamada de "La Sayona".

·         No México recebeu o nome de "La Llorona"

·         Na região andina, existe a figura da "Paquita Muñoz".
Variações do Mito
Brasil

No Brasil, existem várias versões da morte e da maneira de "aterrorizar". Confira algumas:

1 - Uma Mulher grávida de 2 filhos gêmeos, prestes a dar à luz,logo apos o casamento, foi abandonada pelo marido. Quando os filhos nasceram, ela os matou e fugiu de casa. Mais tarde, percebeu o erro que cometera. Uma das maneiras de destruí-la seria faze-la ir até aonde estão enterrados os filhos. 2 - Uma bela jovem que aparece em estradas e pede carona para os homens. Muito bela e sedutora, tenta seduzi-los e fazê-los cometer traição. Se ele realmente trair, ela podera matá-lo; caso contrario, ela apenas irá feri-lo. 3 - Aparentemente, uma mulher que anda pelo cemitério madrugada adentro… vagando pelas lacunas e sepulturas. Ouve-se o choro pelos filhos que ela mesma estrangulou.

·         Variantes:

1.      Mulher de Branco - bela mulher que, em estradas ou ruas ermas das cidades, abordava os homens.

2.      A Loura do Bonfim, que habitaria o Cemitério do Bonfim, em Belo Horizonte.

3.      A Loira de Caeté, cuja lenda diz ter sofrido um acidente de carro na perigosa estrada que liga a BR-381 à cidade de Caeté, em Minas Gerais, e morrido, juntamente com o filho. O fantasma da "loira" vai, então, à beira da estrada em busca de uma carona que a leve à cidade para buscar ajuda. Os que não param seus veículos para socorrê-la, ao olhar pelo retrovisor no decorrer da viagem, a verão sentada no banco traseiro, de onde desaparecerá em seguida.

4.      A Loira do Banheiro - Seria uma adolescente de longos cabelos louros, belíssima e namoradeira que ainda em vida, se escondeu no banheiro masculino (ou feminino, depende de cada versão da lenda) de sua escola, para não ser pega namorando (ou fumando em algumas versões) pelos seus professores ou pela diretora. Por azar,escorrega no piso molhado do banheiro, bate a cabeça no chão ou no vaso sanitário e morre. Desde então, seu espírito passa a assombrar e seduzir os garotos que ficam sozinhos nos banheiros das escolas ou aterrorizar as meninas que se arrumam muito à frente dos espelhos de banheiros escolares. Em outra versão, ela é violentada e morta pelos garotos da escola e abandonada no banheiro. Assim como na lenda da Maria Sangrenta, há versões da lenda que dizem: para se livrar da Loura(ou Loira) do Banheiro, tem que puxar os tampões de algodão de suas narinas, fazendo com que seu fantasma desapareça definitivamente.

5.      Maria Degolada - Uma mulher que viveu em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul. Reza a lenda que ela foi degolada pelo marido infiel logo após a lua de mel no morro que hoje é conhecido como Morro da Maria Degolada que hoje se chama Morro da Conceição, localizado na zona leste de Porto Alegre no Alto do Bairro Partenon.

6.      Mulher de Branco - Morreu no banheiro. A lenda diz que quem gastar papel higiênico e água como ela gastou, iria morrer como ela. La diz: se você jogar 3 pedaços de papel na privada e abrir e fechar a torneira 3 vezes, você ira se juntar ao espirito da mulher de branco e aterrorizar os banheiros do Mundo afora.
México

La Llorona é a mais famosa lenda mexicana. É tão marcante para os naturais deste país que, mesmo descendentes de imigrantes vivendo nos Estados Unidos da América e no Canadá, afirmam ter visto La Llorona nas margens dos rios.

Existem, como no Brasil, várias versões do mesmo mito, porém a mais difundida é a que remonta ao século XVI, quando os moradores da Cidade do México se refugiavam em suas moradias durante a noite. Isto se dava, especialmente, com os moradores da antiga Tenochtitlan, que trancavam suas portas e janelas, e todas as noites eram acordados pelos prantos de uma mulher que andava sob o luar, chorando (daí o nome, que significa "A Chorona"). Este fato teria se repetido durante muito tempo.

Aqueles que procuraram averiguar a causa do pranto, durante as noites de lua cheia, disseram que a claridade lhes permitia ver apenas uma espessa neblina rente ao solo e aquilo que parecia-se com uma mulher, vestida de branco com um véu a cobrir o rosto, percorrendo a cidade em todas as direções - sempre se detendo na Plaza Mayor, onde ajoelhava-se voltada para o oriente e, em seguida, levantava-se para continuar sua ronda. Ao chegar às margens do lago Texcoco, desaparecia. Poucos homens se arriscaram a aproximar-se do espectro fantasmagórico - aqueles que o fizeram sofreram com espantosas revelações, ou morreram.

Em 1933 este mito, na versão que narra a história de la Malinche (indígena que serviu de intérprete e foi amante de Fernando Cortez), foi levado às telas, num filme mexicano intitulado La Llorona, estrelado por Virginia Zurí.



Em outras variantes deste mito, diz-se que:

1.      A versão original da lenda é de origem mexicali, e narra que esta misteriosa mulher era a deusa Cihuacóatl, que vestia-se com roupas da nobreza pré-colombiana e quando da conquista do México, gritava: "Oh, meus filhos! Onde os levarei, para que não acabe por perdê-los?", e realizava augúrios terríveis.

2.      Uma versão diz que A Chorona era a alma de la Malinche, penando por trair os mexicanos durante a Conquista do México.

3.      Outra relata a tragédia de uma mulher rica e gananciosa que, enviuvando-se, perdeu a riqueza e, não suportando a miséria, afogou seus filhos e matou-se, mas retornou para penar por seus crimes.

4.      Seria, por outra, uma jovem apaixonada que morrera um dia antes de casar-se, e trazia para seu noivo um buquê de rosas, que nunca chegou entregar.

5.      Uma variante relata que seria uma esposa morta na ausência do marido, a quem voltaria para dar um beijo de despedida.

6.      Diz, ainda outra versão, que esta mulher fora assassinada pelo marido e aparecia para lamentar sua morte e protestar sua inocência.

7.      Outra variante diz, que ela fora uma princesa inca que tinha se apaixonado por um soldado espanhol. Eles viveram um grande romance e tiveram um filho. Para ele, era um filho bastardo, e casou-se com outra. A princesa então afogara a criança, e o arrependimento pelo seu crime a fizera morrer.

8.      Já outra versão, baseada da versão venezuelana, diz que esse seria um espírito de uma mulher que depois de descobrir as traições do marido teria tido um surto de loucura e teria afogado seus filhos. Depois de tomar consciência do que fez, ela teria se matado. E agora, ela vaga pelas estradas punindo com a morte os homens infiéis.

LENDA URBANA

A Mulher de Branco Essa história que eu contarei para vocês é extremamente verdadeira, aconteceu a mais ou menos cinqüenta anos numa pequena cidade chamada Conchas, interior de São Paulo. Um pequeno boiadeiro tinha uma linda mulher mas ele nunca a tratou bem, ele tinha também um filho que todos da cidade já não iam muito com a sua cara. Pois bem, essa mulher, esposa do boiadeiro, tinha um amante e muitos dessa cidade encobertavam o "romance",porque o boiadeiro era um homem muito ruim e muita gente não gostava dele e o filho estava indo no mesmo caminho que o pai. Acontece que um dia esse filho descobriu que sua mãe tinha caso com esse amante e foi correndo contar ao pai. O pai um homem ruim e descontrolado como era foi ao lugar onde os dois sempre se encontravam, meio perto da cidade, e assassinou os dois. Os dois depois do acontecimento foram praticamente excluídos por todos da cidade. Anos depois aconteceram muitos relatos de que viram uma mulher de branco andando por perto do lugar do assassinato, e existem mesmo relatos que muitos juram de pés juntos que viram a mulher de "camisola" branca andando por ruas escuras da cidade. Os antigos contam que a mulher foi vestida no seu enterro com um tipo de camisola branca e que as características que todos contam do fantasma são iguais a da mulher assassinada. Muitos dizem que ela voltou para vingar a sua morte, para atormentar a vida do filho ingrato que ainda esta vivo.